
Joma Sipe
( A r t e S i m b o l i s t a e V i s i o n á r i a l S y m b o l i s t a n d V i s i o n a r y A r t )
O Fogo da minha Alma arderá para sempre l My Soul´s Fire will burn forever
Joma Sipe
SÉRIE PÉTALAS DAS FLORES DE MORYA (PETALS OF MORYA FLOWERS SERIES) 2026
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JOMA SIPE - SÉRIE PÉTALAS DAS FLORES DE MORYA
(PETALS OF MORYA FLOWERS SERIES)
2026
Esta série de trabalhos, foi realizada em 2026, sobre cartolina preta, tamanho 20x20cm, com canetas de tinta de ouro, prata e cobre, com cristais de várias cores e formas, e peças douradas de flores em bijuteria metálica. É composta por 33 trabalhos, e foi inspirada em passagens dos livros de Helena Roerich, nas quais são mencionadas referências a FLORES, em especial o livro “Folhas do Jardim de Morya”, de 1924 e 1925, por isso a Série se chamar “Pétalas das Flores de Morya”. É a minha forma de homenagem ao Mahatma Morya, Instrutor pessoal da sua Upasika, H. P. Blavatsky.
This series of works was created in 2026 on black card, measuring 20x20cm, using gold, silver, and copper ink pens, crystals of various colors and shapes, and gold-plated metallic jewelry flower pieces. It comprises 33 works and was inspired by passages from Helena Roerich's books that mention FLOWERS, especially the book "Leaves from Morya's Garden" from 1924 and 1925, hence the series' title "Petals of Morya's Flowers”. It is my way of paying homage to Mahatma Morya, the personal instructor of her Upasika, H. P. Blavatsky.
Esquerda l Left: Fotografia de l Photograph of Helena Roerich (1879-1955), 1930´s
PRINCIPAIS PASSAGENS DOS VÁRIOS LIVROS DE HELENA ROERICH QUE INSPIRARAM O TÍTULO DESTA SÉRIE DE TRABALHOS
(KEY PASSAGES FROM HELENA ROERICH'S VARIOUS BOOKS THAT INSPIRED THE TITLE OF THIS WORKS SERIES):
“A coragem nasce de um coração puro. Pode-se compará-la a uma rosa, onde o significado da flor reside no número das suas pétalas. Se forem arrancadas, a flor no seu todo fica ferida. Por isso, proteja as defesas do coração. Compreenda sabiamente que só o senhor da flor tem acesso a todas as suas pétalas”. Helena Roerich, “Coração, 15”, 1932.
“Courage is born of a pure heart. One might compare it to a rose, where the significance of the flower lies in the number of its petals. If they are torn off, the flower as a whole is injured. Therefore, guard the defenses of the heart. Wisely understand that only the lord of the flower has access to all its petals”. Helena Roerich, “Heart, 15”, 1932.
“Como podemos explicar, quando o coração está em silêncio? Como podemos acelerar as coisas, quando o coração é mais pesado que o ferro? Como podemos mover um coração que morreu em espírito? No entanto, é possível aprender a valorizar cada reverberação do coração, quando a flor secreta manifesta uma multidão de pétalas que guardam o tesouro nas profundezas do espírito.” Helena Roerich, “Coração, 31”, 1932.
“How are We to explain, when the heart is silent? How are We to speed things up, when the heart is heavier than iron? How are We to move a heart that has died in spirit? Yet it is possible to learn to value every reverberation of the heart, when the secret flower manifests a multitude of petals that guard the treasure deep within the spirit”. Helena Roerich, “Heart, 31”, 1932.
“O Lótus Prateado do coração ardente não se manifesta com frequência, nem mesmo aos espíritos mais elevados. Mas pétalas isoladas do Lótus ardente podem ser vistas, e, de acordo com elas, montemos a flor inteira. Mas se esta maravilha ardente for evocada ao menos uma vez, e contemplada pelo coração, então, a partir desse momento, o caminho do coração o conduzirá para cima, rumo à conquista eterna. Que a ascensão seja extremamente íngreme — preparamos uma corda para aqueles que resolveram ascender.” Helena Roerich, “Mundo Ardente II, 469”, 1934.
“The Silvery Lotus of the fiery heart is not often manifested, even to lofty spirits. But separate petals of the fiery Lotus can be seen, and in accordance with them let us assemble the entire flower. But if this fiery wonder is even once evoked, and viewed by the heart, then from that hour the heart’s path leads upward, toward eternal attainment. Let the ascent be of extreme steepness—We prepare a hand-rope for those who have resolved to ascend”. Helena Roerich, “Fiery World II, 469”, 1934.
33 Caixas em Edição de Luxo, com uma Obra de Arte Original e Única de Joma Sipe: Pétalas das Flores de Morya (20x20cm, emoldurada com moldura de madeira e vidro, 27x27x6 cm) + Explicação com texto da obra + Reprodução de uma obra iluminada + 4 cartas com obras iluminadas e texto de Joma Sipe
33 Luxury Edition Boxes, with an Original and Unique Work of Art by Joma Sipe: Petals of Morya Flowers (20x20cm, framed with a wood and glass frame, 27x27x6 cm + Explannation with text for each art work + Reproduction of a illuminated art work + 4 cards with illuminated artworks and text by Joma Sipe
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Custo de cada caixa l Cost of each box: 200 euros + custos de envio:
Portugal: 20 euros = 220 euros
Europa: 55 euros = 255 euros
Asia / Africa / Austrália / UK: 75 euros = 275 euros
USA: 95 euros = 295 euros
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Detalhes da Caixa de Edição Especial l Details of the Special Edition Box:

(Todas as Flores l All the Flowers)

OS TEXTOS DOS TRABALHOS (THE WORKS TEXTS):
Rosa (Rose)
“A cura através da fragrância de flores, resinas e sementes remonta à antiguidade. Assim, uma rosa não só possui semelhança com o almíscar, como também previne o perigo. Um jardim de rosas era considerado pelos antigos como um lugar de inspiração”. Helena Roerich, “Hierarquia, 316”, 1931.
(“Healing through the fragrance of flowers, resins, and seeds goes back to hoary antiquity. Thus, a rose not only possesses a similarity to musk but also prevents imperil. A garden of roses was considered by the ancients as a place of inspiration”. Helena Roerich, “Hierarchy, 316”, 1931.)
“As rosas são benéficas para a felicidade. Todos os meios úteis devem ser reunidos. Não sem razão a rosa era o símbolo do mistério na alquimia”. Helena Roerich, “Hierarquia, 424”, 1931.
(“Roses are beneficial for Bliss. All helpful means should be assembled. Not without reason was the rose the symbol of mystery in alchemy”. Helena Roerich, “Hierarchy, 424”, 1931.)
“Na verdade, uma rosa é um símbolo de consonância, e o acorde dominante da radiação da rosa está ligado ao brilho do coração.” Helena Roerich, “Coração, 66”, 1932.
(“Truly, a rose is a symbol of consonance, and the dominant chord of the rose’s radiation is linked with the glow of the heart.” Helena Roerich, “Heart, 66”, 1932.)
Fresias (Freesias)
“As frésias são benéficas para o sistema nervoso simpático, que vibra tanto num iogue”. Helena Roerich, “Hierarquia, 316”, 1931.
(“Freesias are beneficial for the sympathetic nervous system, which vibrates so much in a Yogi”. Helena Roerich, “Hierarchy, 316”, 1931.)
“De acordo com a cor da sua radiação, cada um é atraído pelas flores. O branco e o lilás têm afinidade com o roxo, o azul com o azul; por isso, aconselho a manter mais destas cores no ambiente. Pode-se seguir isso nas flores vivas. As plantas escolhidas criteriosamente de acordo com a cor são mais curativas. Aconselho a ter mais frésias. O nosso Raio, com o seu brilho prateado, lembra mais as flores brancas. A cor e o som são o nosso melhor banquete.” Helena Roerich, “Folhas do Jardim de Morya II, 108”, 1925.
(“According to the color of his radiation, each one is attracted by flowers. White and lilac have affinity with the purple, blue with the blue; therefore, I advise to keep more of these colors in the room. One can follow this in living flowers. Plants wisely selected according to color are more healing. I advise to have more freesias. Our Ray, with its silveriness, is more reminiscent of white flowers. Color and sound are Our best repast.” Helena Roerich, “Leaves of Morya’s Garden II, 108”, 1925.)
“Porquê considerar-nos um vulcão de paixões, quando a frésia é a nossa flor preferida?”, Helena Roerich, “Folhas do Jardim de Morya I, 43”, 1924.
(“Why consider Us as a volcano of passions, When the freesia is Our favorite flower?”, Helena Roerich, “Leaves of Morya’s Garden I, 43”, 1924.)
Lírios (Lilies)
“O crescimento das obras é semelhante ao dos lírios. Perto de um muro de jardim, uma irmã branca escondeu-se. Ela não tem companheiras, mas os talos já carregam a evidência de novas flores. A encarnação como flor não se repete com frequência. Alguns almejam as formas mais maciças das árvores, mas o encanto das flores nem sempre é acessível, e não é fácil voltar a elas duas vezes”. Helena Roerich, “Folhas do Jardim de Morya II, 122”, 1925.
(“The growth of the works is similar to that of lilies. Near a garden wall one white sister has hidden herself. She has no companions, but the stalks already carry the evidence of new ones. The incarnation as a flower is not often repeated. Some strive to the more massive forms of trees, but the charm of flowers is not always accessible, and one may not easily turn twice to them”. Helena Roerich, “Leaves of Morya’s Garden II, 122”, 1925.)
Magnolia Branca (White Magnolia)
“O som e as flores tornam-se uma necessidade para voos mais elevados. Os sons da vida das esferas e as emanações vitais das flores entram verdadeiramente na receita da Amrita. É de grande valor aproximar-se dos caminhos mais elevados sem ser um médium e sem renunciar à vida terrena. Onde há discussão, onde há medo, onde há o germe do preconceito, ali há dificuldade para as flores brancas. Simplesmente, simplesmente, simplesmente, aplicando amor, coragem e prontidão. Este não é tempo para bolhas infladas; a presunção é inadequada, especialmente quando comparada com a lavagem dos pés dos pescadores por Cristo Na simplicidade da vida, na realização da dignidade do serviço ao Novo Mundo, o amor pelos dignos abre os Portões”. Helena Roerich, “Folhas do Jardim de Morya II, 128”, 1925.
(“Sound and flowers become a necessity for further flights. The sounds of the life of the spheres and the vital emanations of flowers truly enter into the recipe of Amrita. It is of great value to approach the highest ways without being a medium and without renouncing the earthly life. Where there is argument, where there is fear, where there is the germ of prejudice, there it is difficult for the white flowers. Simply, simply, simply, applying love, courage and readiness. This is no time for inflated bubbles; out of place is conceit, especially when compared with Christ’s washing of the fishermen’s feet. In simplicity of life, in realization of the dignity of service to the New World, love for the worthy opens the Gates”. Helena Roerich, “Leaves of Morya’s Garden II, 128”, 1925.)
Crisântemo (Chrysanthemum)
“Por vezes, proporcionamos a oportunidade para que uma flor do espírito, por mais bela que seja, se fortaleça. Portanto, juntamente com as grandes descobertas cósmicas e os acontecimentos mundiais, cultivamos com o mesmo cuidado as flores do espírito. Assim, diversificado é o trabalho da Nossa Fraternidade. Há o pensamento que conduz ao interior, deixando a superfície do espírito imperturbável, e há também o pensamento que voa para o espaço como um projétil, carregando uma carga explosiva.” Helena Roerich, “Folhas do Jardim de Morya II, 129”, 1925.
(“We sometimes provide opportunity for an excellent flower of spirit to become stronger. Therefore, along with great cosmic discoveries and world events, We just as carefully cultivate the flowers of the spirit. Thus diversified is the labor of Our Brotherhood. There is thought which leads inwardly, leaving the surface of the spirit unruffled, and there is also thought which flies into space as a projectile, carrying an explosive charge”. Helena Roerich, “Leaves of Morya’s Garden II, 129”, 1925.)
Gardenia
“A serpente do plexo solar ajuda a dissipar a confusão dos centros nervosos; por isso, a serpente era um símbolo régio. Quando as espirais da serpente começam a enrolar-se, o organismo torna-se especialmente sensível. As flores transmitem a sua emanação vital através das fibras dos tecidos dos glóbulos brancos, que defendem a cidadela da serpente. Na natureza, as serpentes amam as flores; da mesma forma, a serpente do plexo solar nutre-se delas. Os porcos também pisam as flores, mas sem qualquer efeito sobre si mesmos. Portanto, sem o consumo consciente da emanação vital, pode-se deixar passar os melhores remédios. Daí o desejo de ver as flores intactas”. Helena Roerich, “Folhas do Jardim de Morya II, 133”, 1925.
(“The serpent of the solar plexus helps to surmount the confusion of the nerve centers; that is why the serpent was a regal symbol. When the coils of the serpent begin to curl, the organism becomes especially sensitive. Flowers transmit their vital emanation through the fibres of the tissues of the white blood corpuscles, which defend the citadel of the serpent. In nature, serpents love flowers; similarly, the serpent of the solar plexus is nourished by them. Pigs also trample upon flowers, but without any effect on themselves. Therefore, without conscious consumption of the vital emanation one may pass over the best remedies. Hence the desire to see the flowers unplucked”. Helena Roerich, “Leaves of Morya’s Garden II, 133”, 1925.)
Jacinto (Hyacinth)
“A alegria é uma sabedoria especial, como disse Cristo. Nada reúne tão bem a essência do prana como as plantas. Até o pranayama pode ser substituído pela convivência com as plantas. E deve compreender-se com que atenção o olhar deve sondar a estrutura das plantas. Os poros das plantas dilatam-se não só com o aparecimento de novas folhas e flores, mas também com a remoção das partes mortas. (...) A compreensão vital do poder da natureza proporcionará, sem magia, uma renovação das possibilidades”. Helena Roerich, “Folhas do Jardim de Morya II, 159”, 1925.
(“Joy is a special wisdom, as Christ said. Nothing gathers the essence of prana as well as do plants. Even pranayama may be replaced by association with plants. And it should be understood how assiduously the eye must fathom the structure of the plants. The pores of the plants are enlarged not only by the advent of new leaves and flowers, but also by the removal of dead parts.(…) Vital understanding of the power of nature will provide without magic a renovation of possibilities”. Helena Roerich, “Leaves of Morya’s Garden II, 159”, 1925.)
Margaridas (Daisies)
“No meio de margaridas poeirentas, ergue-se um lírio de Púrpura Celestial. É melhor viver perto da Flor Celestial, pois as flores terrenas são o único elo vivo entre a Terra e o Céu. Na criação do pólen floral precipitam-se, por assim dizer, cristais de prana. Sem frivolidade, pode dizer-se que nas flores o Céu se instala na Terra. Se a Terra fosse privada de flores, metade da sua vitalidade desapareceria. Tão importante quanto elas é a neve, e como faróis de salvação erguem-se as montanhas nevadas.” Helena Roerich, “Folhas do Jardim de Morya II, 291”, 1925.
(“Amidst dusty daisies rises a lily of Heavenly Purple. It is better to live near the Celestial Flower, for earthly flowers are the sole living bond between Earth and Heaven. In the creation of floral pollen there are precipitated, as it were, crystals of prana. Without frivolity one can say that in flowers the Heaven settles down upon Earth. If the Earth were deprived of flowers, half of its vitality would disappear. Just as important is the snow, and like beacons of salvation stand the snowy mountains.” Helena Roerich, “Leaves of Morya’s Garden II, 291”, 1925.)
Hortênsia (Hydrangea)
“Verdade, verdade, verdade — as pessoas devem instalar-se em locais testados. Até um urso demonstra maior cuidado na escolha da sua toca. As plantas indicarão as melhores possibilidades. Procure cedros e pinheiros, urze e carvalhos, erva e flores de cores vibrantes. A eletrificação natural num local é necessária. As agulhas longas e grandes de coníferas são os melhores condensadores de eletricidade. Altitudes acima de 3.350 metros, desprovidas de vegetação, proporcionam prana útil”. Helena Roerich, “Nova Era Comunidade, 182”, 1926.
(“True, true, true—people must settle themselves in tested localities. Even a bear shows greater care in selecting his den. Plants will indicate the better possibilities. Look for cedars and pines, heather and oak, grass and flowers of vivid color. Natural electrification in a locality is necessary. Large, long needles of evergreen are the best condensers of electricity. Heights above eleven thousand feet, devoid of vegetation, provide useful prana”. Helena Roerich, “New Era Community, 182”, 1926.)
Jasmim (Jasmine)
“Já ouviste falar da fragrância que emana dos santos? Mostraremos como a aura dos santos, ao trazê-los de volta ao reino incruento, lhes confere a fragrância das flores pelas quais passaram durante o seu ciclo de primeiras encarnações. Assim, também se pode curar aplicando as flores correspondentes ao corpo.” Helena Roerich, “Hierarquia, 368”, 1931.
(“You have heard of the fragrance emanating from the saints. We shall point out how the aura of saints, bringing them back to the bloodless kingdom, gives them the fragrance of the flowers through which they passed during their round of early incarnations. Thus, one can also heal by applying corresponding flowers to the body”. Helena Roerich, “Hierarchy, 368”, 1931.)
Orquídea (Orchid)
“Deve proteger-se corajosamente dos traidores e procurar energia no coração. Não há necessidade de se preocupar com o crescimento do Bem — onde há uma semente de Luz, também há flores e frutos. Mas deve agarrar-se ao fio do coração como a única âncora”. Helena Roerich, “Coração, 270”.
(“You must courageously guard yourself from traitors and draw on energy from the heart. There is no need to worry over the growth of the Good—where there is a seed of Light, there are flowers and fruit as well. But you must hold onto the thread of the heart as the sole anchor”. Helena Roerich, “Heart, 270”.)
Tulipa (Tulip)
“No Mundo Subtil existem diversas afirmações do mundo terreno. Até mesmo um protótipo das estações do ano desenrola-se a partir da perspetiva da consciência do Mundo Subtil. Portanto, as imagens de plantas, montanhas ou superfícies de corpos de água não são estranhas ao Mundo Subtil, embora estejam numa condição transformada, claro. O coração que conhece o Mundo Subtil conhece flores e montanhas, neves e mares. As flores florescem numa profusão de formas, e as suas cores são indescritivelmente mais complexas e variadas do que a paleta terrena.” Helena Roerich, “Coração, 332”, 1932.
(“In the Subtle World exist diverse affirmations of the earthly world. Even a prototype of the seasons of the year goes round from the perspective of the Subtle World consciousness. Therefore, images of plants or mountains or the surfaces of bodies of water are not foreign to the Subtle World, though they are in a transformed condition, of course. The heart that knows the Subtle World knows flowers and mountains, snows and seas. Flowers thrive in a profusion of forms, and their colors are indescribably more complex and varied than the earthly pallet”. Helena Roerich, “Heart, 332”, 1932.)
Violeta (Violet)
“Quem ama as flores está no caminho do coração. Quem conhece a busca das alturas está no caminho do coração. Quem pensa com pureza está no caminho do coração. Quem conhece os mundos superiores está no caminho do coração. Quem está pronto para o Infinito está no caminho do coração. Portanto, convoquemos esses corações à realização da Fonte. É correto compreender a essência do coração como algo que pertence tanto ao Mundo Subtil quanto ao Mundo Ígneo. Pode-se perceber os mundos através do coração, mas não através do intelecto. Assim, a sabedoria é contrária ao intelecto, mas não há proibição em adornar o intelecto com sabedoria.” Helena Roerich, “Coração, 390”, 1932.
(“Whoever loves flowers is on the path of the heart. Whoever knows the striving to the heights is on the path of the heart. Whoever thinks with purity is on the path of the heart. Whoever knows of the higher worlds is on the path of the heart. Whoever is ready for Infinity is on the path of the heart. So let us summon these hearts to realization of the Source. It is right to understand the essence of the heart as something that belongs to both the Subtle and the Fiery Worlds. One can perceive worlds through the heart, but not through the intellect. So wisdom is contrary to the intellect, but there is no ban on adorning the intellect with wisdom”. Helena Roerich, “Heart, 390”, 1932.)
Flor da Cera (Wax Flower)
“As observações sobre as flores do Mundo Subtil são bastante reveladoras, pois mostram que um coração ardente pode ter acesso à obra criativa do Mundo Subtil. De facto, aí é fácil para o espírito consciente criar. Pode criar sem esforço, transferindo imagens terrenas para uma forma superior. Mas esta obra criativa não se limita a um único domínio; este processo também implanta melhores imagens na Terra.” Helena Roerich, “Coração, 517”, 1932.
(“The observations on the flowers of the Subtle World are quite revealing, as they show that a flaming heart can have access to the creative work of the Subtle World. Indeed, there it is easy for the conscious spirit to create. It can create without effort by transferring earthly images to a superior form. But this creative work is not limited to one domain; this process also implants better images on Earth.” Helena Roerich, “Heart, 517”, 1932.)
Lótus Branco (White Lotus)
“O Lótus interior pode ser observado aberto e fechado. Quando a aura protetora púrpura é necessária, pode ver-se como as pétalas do Lótus se contraem e ficam cobertas pelas precipitações dos vasos sanguíneos. Durante tal manifestação, um iogue experiente percebe que um grande perigo está próximo. Tal como na natureza, muito antes do aparecimento das nuvens, as pétalas das flores voltam-se cada vez mais para o sol ou, ao crepúsculo, fecham-se prontamente, o Lótus de Fogo também sente a aproximação de tempestades cósmicas. (…) Pode notar-se que, antes do anoitecer, certas flores não só se fecham, como caem no chão. O mesmo acontece com o Lótus interior.” Helena Roerich, “Mundo Ardente I, 76,78”, 1933.
(“The inner Lotus can be observed open as well as closed. When the protective purple aura is needed, it can be seen how the petals of the Lotus contract and become covered by the precipitations of the blood vessels. During such a manifestation an experienced Yogi realizes that great danger is near. As in nature, long before the clouds appear the petals of flowers turn increasingly toward the sun or at twilight promptly fold up, so also the Fiery Lotus senses the approach of cosmic storms. (…) It can be noticed that before the evening certain flowers not only close but droop to the ground. So also with the inner Lotus.” Helena Roerich, “Fiery World I, 76,78”, 1933.)
Amaranto (Amaranth)
“Pode-se influenciar as plantas, como já foi demonstrado, mas é preciso ter muita paciência, pois cada corrente atmosférica pode afetar a transmissão da energia ígnea. Mas quem pode imaginar que a química cósmica não influencia o organismo humano! Observa-se, porém, corretamente que até mesmo a fragrância das flores pode mudar sob a pressão das correntes cósmicas. Não se surpreenda que toda a Natureza responda àquilo que o homem não deseja perceber. O refinamento da consciência depende, primordialmente, da atenção ao que nos rodeia.” Helena Roerich, “Mundo Ardente II, 27”, 1934.
(“One may influence plants, as has been shown, but one must exercise great patience, because every atmospheric current can affect the transmission of the fiery energy. But who can imagine that the cosmic chemism does not influence the human organism! But it is correctly observed that even the fragrance of flowers can change under the pressure of cosmic currents. Be not astonished that all Nature responds to that which man does not wish to notice. The refinement of consciousness primarily depends on attention to the surroundings”. Helena Roerich, “Fiery World II, 27”, 1934.)
Azálea (Azalea)
“Da mesma forma, é indispensável investigar a influência dos aromas. É necessário abordar tanto as flores perfumadas como os diferentes compostos que devem estimular ou diminuir a energia psíquica. Finalmente, pode-se combinar a cor, o som e o aroma, e observar a cooperação das três forças motrizes”. Helena Roerich, “Aum, 384”, 1936.
(“Likewise, it is indispensable to investigate the influence of aromas. It is necessary to approach both fragrant flowers and different compounds, which must stimulate or diminish psychic energy. Finally, one can combine color, sound, and aroma, and observe the cooperation of all three motive forces”. Helena Roerich, “Aum, 384”, 1936.)
Begónia (Begonia)
“É impossível compreender por que razão até as observações mais simples são ignoradas. Por exemplo, no estudo dos aromas, não se dá a devida atenção à utilidade ou nocividade de diferentes odores muito agradáveis. Todas as flores têm uma designação específica, mas os chamados perfumes recebem nomes florais convencionais. Ninguém se preocupa com a utilidade dos perfumes, mas as essências usadas para compô-los são, por vezes, quase venenosas. É lamentável no que se transformou o ensino sobre cor e aroma, quando se propõe o uso de corantes à base de arsénio ou aromas mortais! Helena Roerich, “Fraternidade, 466”, 1937.”
(“It is impossible to understand why even the simplest observations are overlooked. For example, in studying aromas insufficient attention is paid to the usefulness or harmfulness of different very pleasant odors. All flowers have a particular designation, yet so-called perfumes bear conventional floral names. No one is concerned about the usefulness of the perfumes, but the essences used to make them up are sometimes almost poisonous. It is regrettable what the teaching about color and aroma has turned into when people propose to use arsenic coloring or deadly aroma! Helena Roerich, “Brotherhood, 466”, 1937.)
Cravo (Carnation)
“Urusvati conhece o “Lótus Flamejante”. Em manuscritos antigos, encontramos a descrição do homem como um jardim florido; esta imagem tem fundamento científico. De facto, quando os centros do homem irradiam, são como flores variadas e maravilhosas. Um só coração é como um canteiro de flores inteiro, porque os muitos centros brilham com cores diferentes. Mas não se deve pensar que tal luminosidade festiva seja frequentemente possível”. Helena Roerich, “Supra Terrestre I, 811”, 1938.
(“Urusvati knows the “Fiery Lotus.” In ancient manuscripts can be found the description of man as a flowering garden; this image has a scientific basis. Actually, when the centers of man radiate they are like varied, wonderful flowers. One heart alone is like a whole flower-bed, because the many centers glow with different colors. But one should not think that such festive luminosity is frequently possible”. Helena Roerich, “Supra Terrestre I, 811”, 1938.)
Girassol (Sunflower)
"Observemos as estrelas. Disseram-nos que o vaso da Sabedoria foi esvaziado de Tushita, e as gotas da maravilhosa bebida tornaram a brilhar no espaço. Mas o Mestre disse: "Isto faz brilhar as pontas das flechas dos pensamentos, pois o pensamento crava-se na substância luminosa e cria os mundos". Ó pensamento criativo, não cesses de adornar o espaço com as flores da luz". Helena Roerich, “Agni Ioga, 122”. 1929
("Let us observe the stars. We have been told that the vessel of Wisdom was emptied of Tushita, and the drops of the marvelous drink began to shine again in space. But the Master said: 'This makes the arrowheads of thought shine, for thought pierces the luminous substance and creates worlds.' O creative thought, do not cease to adorn space with the flowers of light." Helena Roerich, "Agni Yoga, 122". 1929)
Narciso (Daffodil)
“O Espírito de Cristo sopra através do deserto da vida. Como uma nascente, Ele abre caminho através das rochas sólidas. No firmamento leitoso, Ele irradia em incontáveis luzes e ascende no caule de cada flor”. Helena Roerich, “Folhas do Jardim de Morya I, 72”, 1924.
(“The Spirit of Christ breathes across the desert of life. Like a spring It wears Its way through the solid rocks. In the milky firmament It radiates in lights beyond counting, and rises upward in the stem of every flower”. Helena Roerich, “Leaves of Morya’s Garden I, 72”, 1924.)
Dália (Dahlia)
“A mente cresce a cada dia. A bondade alça voo rumo à felicidade. Mas entre você e Nós, a ponte é o espírito. Pelo espírito, pode-se erguer montanhas. Mas essa ponte pode ser destruída num instante. E o abismo restante nem todas as rochas das montanhas criadas poderiam preencher. Portanto, guarde a flor de Adamant. Ela não floresce no gelo. Mas se o Criador lhe concedeu o poder desta ponte para Nós, prossiga e guarde a chama. Diga aos que passam: “Sabemos para onde vamos.” Helena Roerich, “Folhas do Jardim de Morya I, 300”, 1924.
(“The mind grows, every day. Goodness wings its way to happiness. But between you and Us the bridge is spirit. By spirit one can raise mountains. But this bridge can be destroyed within a moment. And the remaining abyss not all the rocks of the created mountains could refill. Therefore, guard the flower of Adamant. It blooms not in ice. But if the Creator has granted you the power of this bridge to Us, proceed, and guard the flame. Say to the passers-by, “We know whither we are bound.” Helena Roerich, “Leaves of Morya’s Garden I, 300”, 1924.)
Equinácea (Echinacea)
“Assim como a flor responde ao apelo do sol da manhã, em Meu Nome caminhas pela vida e vencerás as trevas. A nuvem de chuva não te encontrará, nem o sol escaldante te causará sofrimento. Pois Eu sou o teu Guardião, o teu Amigo e Pai.” Helena Roerich, “Folhas do Jardim de Morya I, 312”, 1924.
(“As responds the flower to the call of the morning sun, in My Name go through life, and you will conquer the darkness. The rain cloud will not find you, nor will the burning sun cause you suffering. For I am your Guardian, your Friend and Father”. Helena Roerich, “Leaves of Morya’s Garden I, 312”, 1924.)
Amor-perfeito (Pansy)
“A Sua alegria é a Nossa alegria. Quando a flor encantada da ternura desabrocha na Terra, nasce uma nova estrela no Infinito. Inúmeras são as estrelas. A Via Láctea da felicidade une todos os mundos”. Helena Roerich, “Folhas do Jardim de Morya I, 334”, 1924.
(“Your joy is Our joy. When the enchanted flower of tenderness unfolds on earth, a new star is born in the Infinite. Numberless are the stars. The Milky Way of happiness bridges all the worlds”. Helena Roerich, “Leaves of Morya’s Garden I, 334”, 1924.)
Camélia (Camellia)
“O rugido do leão faz tremer o mundo? Não. A ousadia desperta e o lótus real do espírito desabrocha. Irmãos, reunamo-nos no salão da alegria! A flor desabrochou; a grande roda se ergueu. A nossa alegria desce aos mundos inferiores e ascende aos Irmãos no Supermundo. Cantamos à ousadia a nossa melhor canção.” Helena Roerich, “Agni Yoga, 10”, 1929.
(“Does the roar of the lion set the worlds atremble? No. Daring is awakened and the royal lotus of spirit unfolds. Brothers, let us gather in the hall of joy! The flower has unfolded; raised is the great wheel. Our Joy descends to the nether worlds and rises to the Brothers in the Supermundane. We sing to daring Our best song”. Helena Roerich, “Agni Yoga, 10”, 1929.)
Petúnia (Petunia)
“A sensibilidade revela um certo grau de cultura. Não se pode criar Agni Yogis, podemos apenas abrir-lhes o caminho — a manifestação cósmica não permite qualquer imposição. Mas onde a flor do fogo está pronta a desabrochar, não a impeça”. Helena Roerich, “Agni Yoga, 457”, 1929.
(“Sensitiveness reveals a degree of culture. One cannot make Agni Yogis, one can only open the path for them — the cosmic manifestation does not permit any forcing. But where the flower of fire is ready to blossom, do not hinder”. Helena Roerich, “Agni Yoga, 457”, 1929.)
Clematis
“Aquele que não contribui para a regeneração do pensamento não é amigo do Novo Mundo. Muitas vezes já deve ter notado que as melhorias e os refinamentos ocorrem impercetivelmente quando calculados em medidas humanas. É difícil perceber cada detalhe do crescimento de um caule de planta; no entanto, a bela flor difere tão drasticamente da semente. Igualmente surpreendentes são as transformações humanas; são precisamente estas flores ardentes, as mais raras de todas, que sustentam o equilíbrio do mundo.” Helena Roerich, “Mundo Ardente I, 60”, 1933.
(“He who does not help the regeneration of thought is no friend of the New World. Many times you have noticed that improvements and refinement occur imperceptibly when calculated in human measurements. It is difficult to perceive each bit of the growth of a plant stem; yet the beautiful flower differs so strikingly from the seed. Equally astounding are human transformations; it is precisely these fiery blossoms, rarest of all, which sustain the balance of the world”. Helena Roerich, “Fiery World I, 60”, 1933.)
Gladíolo (Gladiolus)
“Não haverá tempo para a deliberação no momento da travessia para o Mundo Subtil; a iluminação pela alegria pode e deve ser instantânea. Assim, a consciência é de facto preservada pela alegria. Mas não se deve perder nem uma hora aqui na Terra a aprender a alegrar-se com cada flor”. Helena Roerich, “Mundo Ardente I, 638”, 1933.
(“There will be no time for deliberation at the moment of crossing into the Subtle World; the illumination by joy can and must be instantaneous. Thus, consciousness is actually preserved by joy. But one must not lose even an hour here on Earth in learning to rejoice at each flower”. Helena Roerich, “Fiery World I, 638”, 1933.)
Hibisco (Hibiscus)
“Mas o que pode estabelecer a alegria indomável do espírito senão a compreensão do Mundo Ardente? É preciso cultivar esta compreensão como uma flor preciosa. O Lótus Prateado brilha como sinal da abertura das portas do futuro.” Helena Roerich, “Mundo Ardente I, 659”, 1933
(“But what can establish the undaunted joy of the spirit if not the realization of the Fiery World? One must cultivate this realization like a precious flower. The Silvery Lotus glows as a sign of the opening of the gates of the future”. Helena Roerich, “Fiery World I, 659”, 1933)
Verbena
“O homem possui o grande dom de reconhecer a alegria. A testa alta que lhe foi dada é sinal de elevadas aspirações. Dos mundos distantes à mais pequena flor, a alegria oferece-se às pessoas. Uma nova fonte de força surge de cada vez que se permite ser alegre, pois há uma intensidade na alegria que abre o portal seguinte.” Helena Roerich, “Supra Terrestre, 231”, 1938.
(“Man possesses the great gift of cognizing joy. The high forehead that was given to him is a sign of lofty aspirations. From the far-off worlds down to the smallest flower joy offers herself to people. A new supply of strength comes to you every time you allow yourself to be joyous, for there is an intensity in joy that opens the next gate. Helena Roerich, “Supermundane, 231”, 1938.)
Prímula (Primrose)
“Os professores devem convencer os seus alunos da grande alegria de trabalhar pela saturação do espaço. Não importa se os ouvintes mostram sinais de esquecimento, pois também eles fazem parte do espaço vivo, no qual todo o pensamento útil desabrocha como uma bela flor. O Pensador disse: “Sejamos jardineiros e ajudemos as flores da eternidade a crescer.” Helena Roerich, “Supra Terrestre, 419”, 1938.
(“Teachers must convince their students of the great joy in working for the saturation of space. It does not matter if the listeners show signs of forgetfulness, for they are also a part of living space, in which every useful thought unfolds as a beautiful flower. The Thinker said, “Let us be gardeners and help the flowers of eternity grow.” Helena Roerich, “Supermundane, 419”, 1938.)
Lavanda (Lavender)
“A iluminação deve ser entendida não como um lampejo fortuito, mas como um novo grau de consciência. Muitas vezes, as pessoas não se apercebem de que este avanço pode ocorrer inesperadamente, como se fosse o resultado de um acontecimento acidental. Certamente, um acontecimento exterior pode fornecer o impulso para a abertura do “lótus”, mas esta flor já começava a desabrochar nas profundezas da consciência. O maravilhoso “lótus” abre-se apenas após muito esforço laborioso, mas as pessoas raramente se apercebem de que elas próprias cultivaram este belo jardim! Só após uma longa e dedicada plantação é que se chega a um lampejo de iluminação. Sem causa não há efeito.” Helena Roerich, “Supra Terrestre, 455”, 1938.
(“Illumination must be understood not as a fortuitous flash, but as a new degree of consciousness. Often people do not realize that this advance can come unexpectedly, as if it were the result of an accidental event. Certainly an outer event may provide the impetus for the opening of the “lotus,” but this flower was already beginning to bloom in the depths of the consciousness. The wonderful “lotus” opens only after much laborious effort, but people seldom realize that they themselves have cultivated this beautiful garden! Only after long and dedicated sowing does one come to a flash of illumination. Without cause there is no effect.” Helena Roerich, “Supermundane, 455”, 1938.)
Flor de Cerejeira (Cherry Blossom)
“As pessoas recebem asas poderosas chamadas vontade; mas não se deve pensar que a vontade pode ser formada por si só, à força. Ela precisa de ser cultivada, como uma flor preciosa. E o homem não sabe quando o “Lótus Flamejante” desabrochará. Por vezes, as condições mais humildes do dia-a-dia não serão um impedimento para um florescimento maravilhoso; assim, o homem pode preparar-se para um voo importantíssimo. Será capaz de passar pelas camadas escuras, quase sem se aperceber da fealdade da ignorância. O homem é capaz de ascender para onde quer que o íman que o guia o atraia.” Helena Roerich, “Supra Terrestre, 813”, 1938.
(“People are given powerful wings called the will; but it must not be thought that the will can be formed by oneself, forcibly. It must be cultivated, as a precious flower. And man does not know when the “Fiery Lotus” will blossom. Sometimes the lowest, everyday conditions will not be an impediment to a wonderful flowering; thus, man can prepare himself for a most important flight. He will be able to pass by the darkened strata, almost without noticing the ugliness of ignorance. Man is able to ascend to wherever the guiding magnet attracts him. Helena Roerich, “Supermundane, 813”, 1938.)
























