Joma Sipe

 

GOD GEOMETRIZES: GEOMETRIC LIGHT in the writings of Helena Petrovna Blavatsky

 

Part III - "Isis Unveiled", 2013

  

 

 Illustrations for the book “Isis Unveiled” 

Ilustrações para o livro “Ísis Sem Véu"

 

Written by H. P. B. (Helena Petrovna Blavatsky) in 1877

 

 

 

UMA SÉRIE DE 20 OBRAS, INSPIRADAS NAS PASSAGENS "GEOMÉTRICAS" DO LIVRO

A SERIES OF 20 PAINTINGS, INSPIRED IN "GEOMETRICAL" PASSAGES FROM THE BOOK

 

OBRAS ORIGINAIS: quadro original em cartolina preta, caneta dourada e cristais

ORIGINALS WORKS: original painting on black card, with gold ink pen and crystals)

 

OBRAS ILUMINADAS: Obra “iluminada” com efeitos de Luz em cumputador

ILLUMINATED WORKS: “Illuminated” Painting with Light computer effects

 

(Dimensão de cada obra – Dimension of each work: 40x30cm)

 

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(Ambas as obras estão disponíveis em posters - Both works prints available in posters)

 

© Joma Sipe, H. P. B. (Helena Petrovna Blavatsky), 2013/1877

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Upasika के सुंदर स्मृति में

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

H. P. B. (Helena Petrovna Blavatsky)

1831 – 1891

 

 

 

Para mais informação sobre HPB poderão consultar a Wikipedia em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Helena_Blavatsky

 

For more information on HPB you could consult Wikipedia on: http://en.wikipedia.org/wiki/Helena_Blavatsky

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

ISIS UNVEILED

A MASTER-KEY TO THE MYSTERIES OF ANCIENT AND MODERN SCIENCE AND THEOLOGY.

BY H. P. BLAVATSKY, CORRESPONDING SECRETARY OF THE THEOSOPHICAL SOCIETY.

1877 FIRST EDITION

 

 

ISIS UNVEILED

A MASTER-KEY TO THE MYSTERIES OF ANCIENT AND MODERN SCIENCE AND THEOLOGY.

BY H. P. BLAVATSKY, CORRESPONDING SECRETARY OF THE THEOSOPHICAL SOCIETY.

1877 FIRST EDITION

 

 

 

 

  

The First 1877 Edition of HPB "Isis Unveiled"

Joma a trabalhar no seu estúdio nesta Série, Agosto - Dezembro 2013

Joma working on this Series in his studio, August - December 2013

  

       TEXTOS l TEXTS:

De "Isis Sem Véu" l From "Isis Unveiled"

 

 

Vol. I. - SCIENCE l CIÊNCIA

 

 

ISIS UNVEILED I - It is recognized by modern science that all the higher laws of nature assume the form of quantitative statement. This is perhaps a fuller elaboration or more explicit affirmation of the Pythagorean doctrine. Numbers were regarded as the best representations of the laws of harmony which pervade the cosmos. We know too that in chemistry the doctrine of atoms and the laws of combination are actually and, as it were, arbitrarily defined by numbers.  As Mr. W. Archer Butler has expressed it: "The world is, then, through all its departments, a living arithmetic in its development, a realized GEOMETRY in its repose."

BEFORE THE VEIL. Page xvi

ISÍS SEM VÉU I - É reconhecido pela ciência moderna que todas as leis mais elevadas de natureza assumem a forma de declaração quantitativa. Esta é talvez a elaboração mais completa ou afirmação mais explícita da doutrina de Pitágoras. Os números eram considerados como as melhores representações das leis de harmonia que perpassam o cosmos. Sabemos também que em química a doutrina dos átomos e as leis de combinações são, na verdade, e, por assim dizer, arbitrariamente definidas por números. Como o Sr. W. Archer Butler expressou: "O mundo é, então, através de todos os seus departamentos, uma aritmética viva no seu desenvolvimento, uma GEOMETRIA realizada em seu repouso."

ANTES DO VÉU. Página xvi

 

 

 

ISIS UNVEILED II - Speusippus seems to have taught that the psychical or thumetic soul was immortal as well as the spirit or rational soul, and further on we will show his reasons. He also—-like Philolaus and Aristotle, in his disquisitions upon the soul—makes of aether an element; so that there were five principal elements to correspond with the five regular figures in GEOMETRY.

BEFORE THE VEIL. Page xvii

ISÍS SEM VÉU II - Speusippus parece ter ensinado que a alma psíquica ou thumetica era imortal, bem como o espírito ou alma racional, e mais adiante vamos mostrar as suas razões. Ele também - como Philolaus e Aristóteles, em suas dissertações sobre a alma, - faz do éter um elemento, de modo que havia cinco elementos principais para corresponder com as cinco figuras regulares na GEOMETRIA.

ANTES DO VÉU. Página xvii

 

 

 

ISIS UNVEILED III - Any Kabalist well acquainted with the Pythagorean system of numerals and GEOMETRY can demonstrate that the metaphysical views of Plato were based upon the strictest mathematical principles. "True mathematics," says the Magicon, "is something with which all higher sciences are connected; common mathematics is but a deceitful phantasmagoria, whose much-praised infallibility only arises from this—that materials, conditions, and references are made its foundation." Scientists who believe they have adopted the Aristotelian method only because they creep when they do not run from demonstrated particulars to universal, glorify this method of inductive philosophy, and reject that of Plato, which they treat as unsubstantial, professor Draper laments that such speculative mystics as Ammonius Saccas and Plotinus should have taken the place " of the severe GEOMETERS of the old museum." * He forgets that GEOMETRY, of all sciences the only one which proceeds from universals to particulars, was precisely the method employed by Plato in his philosophy.

* "Conflict between Religion and Science," ch. i.

CHAPTER I. OLD THINGS WITH NEW NAMES. THE PYTHOGOREAN NUMERALS. Page 6-7

ISÍS SEM VÉU III - Qualquer cabalista que esteja a par do sistema pitagórico dos números e da GEOMETRIA pode demonstrar que as ideias metafísicas de Platão se basearam em princípios estritamente matemáticos. "As verdadeiras matemáticas", "são algo com que as ciências superiores têm estreita relação; as matemáticas ordinárias não passam de uma fantasmagoria ilusória, cuja tão louvada infalibilidade provém apenas disso - dos materiais, das condições e das referências em que elas se fundamentaram". Cientista que acreditam adoptaram o método aristotélico apenas porque se esquivam, quando não fogem, dos particulares demonstrados nos universais, glorificam o método da filosofia indutiva, e rejeitam o de Platão, que consideram insubstancial. O Prof. Draper lamenta que alguns místicos especulativos como Amônio Saca e Plotino tenham tomado o lugar "de muitos GEÓMETRAS do antigo museu". Ele esquece que a GEOMETRIA, a única dentre todas as ciências a proceder dos universais para os particulares, foi precisamente o método empregado por Platão em sua filosofia.

* "Conflict between Religion and Science," ch. i.

CAPÍTULO I. COISAS NOVAS COM NOMES VELHOS. OS NÚMEROS PITAGÓRICOS. Página 6-7

 

 

ISIS UNVEILED IV - The solution of the great problem of eternity belongs neither to religious superstition nor to gross materialism. The harmony and mathematical equiformity of the double evolution—spiritual and physical—are elucidated only in the universal numerals of Pythagoras, who built his system entirely upon the so called "metrical speech" of the Hindu Vedas. It is but lately that one of the most zealous Sanskrit scholars, Martin Haug, undertook the translation of the Aitareya Brahmana of the Rig- Veda. It had been till that time entirely unknown; these explanations indicate beyond dispute the identity of the Pythagorean and Brahmanical systems. In both, the esoteric significance is derived from the number : in the former, from the mystic relation of every number to everything intelligible to the human mind ; in the latter, from the number of syllables of which each verse in the Mantras consists. Plato, the ardent disciple of Pythagoras, realized it so fully as to maintain that the Dodecahedron was the GEOMETRICAL figure employed by the Demiurgus in constructing the universe. Some of these figures had a peculiarly solemn significance. For instance four, of which the Dodecahedron is the trine, was held sacred by the Pythagoreans. It is the perfect square, and neither of the bounding lines exceeds the other in length, by a single point. It is the emblem of moral justice and divine equity GEOMETRICALLY expressed. All the powers and great symphonies of physical and spiritual nature lie inscribed within the perfect square ; and the ineffable name of Him, which name otherwise, would remain unutterable, was replaced by this sacred number 4 the most binding and solemn oath with the ancient mystics—the Tetractys.

CHAPTER I. OLD THINGS WITH NEW NAMES. THE HELIOCENTRIC SYSTEM HINDU. Page 9

ISÍS SEM VÉU IV - A solução do grande problema da eternidade não diz respeito nem à superstição religiosa nem ao materialismo grosseiro. A harmonia e a uniformidade matemática da dupla evolução - espiritual e física - foram elucidadas exclusivamente nos números universais de Pitágoras, que construiu seu sistema inteiramente com base na chamada "fala métrica" dos Vedas hindus. Foi só recentemente que um dos mais zelosos eruditos sanscritistas, Martin Haug, empreendeu a tradução do Aitareya-Brâhmana do Rig-Veda, que era até então completamente desconhecido; estas explicações estabelecem, incontestavelmente, a identidade entre os sistemas pitagórico e bramânico. Em ambos, a significação esotérica deriva do número: no primeiro, da relação mística de cada número com tudo que é inteligível para a mente do homem; no segundo, do número de sílabas com que cada verso dos Mantras é formado. Platão, ardente discípulo de Pitágoras, adoptou tão completamente este sistema a ponto de sustentar que o dodecaedro foi a figura GEOMÉTRICA empregada pelo Demiurgo - ou Artífice; o supremo Poder que construiu o Universo.- para edificar o universo. Algumas dessas figuras tinham uma significação particularmente solene. Por exemplo, o número quatro, de que o dodecaedro é triplo, era tido como sagrado pelos pitagóricos. É o quadrado perfeito e nenhuma das linhas que o limitavam cruza outra em qualquer ponto. É o problema da justiça moral e da equidade divina GEOMETRICAMENTE expressas. Todos os poderes e todas as grandes harmonias da natureza física e espiritual repousam no quadrado perfeito, e o nome inefável daquele que, de outro modo, permaneceria indizível era substituído pelo número sagrado "4", o mais inviolável e solene juramento entre os antigos místicos - a Tetraktys.

CAPÍTULO I. COISAS NOVAS COM NOMES VELHOS. O SISTEMA HELIOCÊNTRICO HINDU. Página 9

 

 

 

ISIS UNVEILED V - With him the lower types were but the concrete images of the higher abstract ones. The soul, which is immortal, has an arithmetical, as the body has a GEOMETRICAL, beginning. This beginning, as the reflection of the great universal ARCHAEUS, is self-moving, and from the centre diffuses itself over the whole body of the microcosm. It was the sad perception of this truth that made Tyndall confess how powerless is science, even over the world of matter. "The first marshaling of the atoms, on which all subsequent action depends, baffles a keener power than that of the microscope." "Through pure excess of complexity, and long before observation can have any voice in the matter, the most highly trained intellect, the most refined and disciplined imagination, retires in bewilderment from the contemplation of the problem. We are struck dumb by an astonishment which no microscope can relieve, doubting not only the power of our instrument, but even whether we ourselves possess the intellectual elements which will ever enable us to grapple with the ultimate structural energies of nature." The fundamental GEOMETRICAL figure of the Kabala—that figure which tradition and the esoteric doctrines tell us was given by the Deity itself to Moses on Mount Sinai*—contains in its grandiose, because simple combination, the key to the universal problem. This figure contains in itself all the others. For those who are able to master it, there is no need to exercise imagination. No earthly microscope can be compared with the keenness of the spiritual perception. * Exodus, XXV. , 40.

CHAPTER I. OLD THINGS WITH NEW NAMES. THE "LIVING SOUL" OF BEASTS. Page 14

ISÍS SEM VÉU V - Para eles, os tipos inferiores são simplesmente as imagens concretas dos tipos abstractos superiores. A alma, que é imortal, tem uma origem aritmética, assim como o corpo tem uma origem GEOMÉTRICA. Esta origem, enquanto reflexo do grande ARCHAEUS universal, é dotada de movimento próprio e difunde-se a partir do centro sobre cada corpo do microcosmos. A figura GEOMÉTRICA fundamental da Cabala - essa figura que a tradição e as doutrinas esotéricas nos dizem ter sido dada pela própria Divindade a Moisés no Monte Sinai* contém em sua grandiosa, porque simples, combinação a chave do problema universal. Essa figura contem em si todas as outras. Para aqueles que são capazes de dominá-la, não há necessidade de exercitar a imaginação. Nenhum microscópio pode ser comparado à intensidade de percepção espiritual. * Êxodo, XXV, 40

CAPÍTULO I. COISAS NOVAS COM NOMES VELHOS. A “ALMA VIVENTE” DAS BESTAS. Página 14

 

 

 

ISIS UNVEILED VI - No subsequent people has been so proficient in GEOMETRY as the builders of the Pyramids and other Titanic monuments, antediluvian and postdiluvian. On the other hand, none has ever equalled them in the practical interrogation of nature. An undeniable proof of this is the significance of their countless symbols. Every one of these symbols is an embodied idea,—combining the conception of the Divine Invisible with the earthly and visible. The former is derived from the latter strictly through analogy according to the hermetic formula—" as below, so it is above." Their symbols show great knowledge of natural sciences and a practical study of cosmical power.

CHAPTER I. OLD THINGS WITH NEW NAMES. NOTHING NEW UNDER THE SUN. Page 22

ISÍS SEM VÉU VI - Nenhum povo posterior foi tão proficiente na GEOMETRIA quanto os construtores das pirâmides e de outros monumentos gigantescos antediluvianos e pós-diluvianos. Por outro lado, ninguém jamais os igualou na interrogação prática à Natureza. Uma prova inegável disso é o significado de seus incontáveis símbolos. Cada um desses símbolos é uma ideia concretizada - que combina a concepção do Divino Invisível com o terreno e o visível. Um deriva do outro, por analogia, de acordo com a fórmula hermética - "como embaixo, assim é em cima". Seus símbolos mostram grande conhecimento das ciências naturais e um estudo prático do poder cósmico.

CAPÍTULO I. COISAS NOVAS COM NOMES VELHOS. NADA DE NOVO SOB O SOL. Página 22

 

 

 

 

ISIS UNVEILED VII - Under the emblematical devices and peculiar phraseology of the priesthood of old lie latent hints of sciences as yet undiscovered during the present cycle. Well acquainted as may be a scholar with the hieratic writing and hieroglyphical system of the Egyptians, he must first of all learn to sift their records. He has to assure himself, compasses and rule in hand, that the picture-writing he is examining fits, to a line, certain fixed GEOMETRICAL figures which are the hidden keys to such records, before he ventures on an interpretation.

CHAPTER V. THE ETHER, OR “ASTRAL LIGHT”. THE FROST-GIANTS OF THE VÖLUSPA. Page 156

ISÍS SEM VÉU VII - Sob as figuras emblemáticas e da fraseologia peculiar do clero da Antiguidade repousam indicações ainda não descobertas no ciclo actual. Bem familiarizados como pode ser um estudioso com a escrita hierática e sistema hieróglifo dos egípcios, ele deve, antes de tudo aprender a peneirar seus registros. Ele tem de assegurar-se, com compassos e réguas na mão, que a imagem da escrita, que ele está a examinar se encaixa, a uma linha, certas figuras GEOMÉTRICAS fixas, que são as chaves escondidas para tais registros, antes de ele se aventurar em uma interpretação.

CAPÍTULO V. O ÉTER, OU “LUZ ASTRAL”. OS GIGANTES DE GELO DE VÖLUSPA. Página 156

 

 

 

ISIS UNVEILED VIII - Plato's method, like that of GEOMETRY, was to descend from universals to particulars. Modern science vainly seeks a first cause among the permutations of molecule; the former sought and found it amid the majestic sweep of worlds. For him it was enough to know the great scheme of creation and to be able to trace the mightiest movements of the universe through their changes to their ultimates. The petty details, whose observation and classification have so taxed and demonstrated the patience of modern scientists, occupied but little of the attention of the old philosophers.

CHAPTER VII. THE ELEMENTS, ELEMENTALS, AND ELEMENTARIES. THE HONEST MASTER OF BALIOL COLLEGE. Page 237

ISÍS SEM VÉU VIII - O Método de Platão, como o da GEOMETRIA, foi o de descer dos universais a particulares. A ciência moderna busca em vão uma primeira causa entre as permutações de molécula, procuraram-na e encontraram-na no meio da varredura majestosa dos mundos. Para ele, era o suficiente o saber do grande esquema de criação e de ser capaz de rastrear os movimentos mais poderosos do universo através de suas últimas alterações. Os detalhes insignificantes, cuja observação e classificação que demonstraram a paciência dos cientistas modernos, ocupados, mas pouco, com a atenção pelos antigos filósofos.

CAPÍTULO VII. ELEMENTOS, ELEMENTAIS, E ELEMENTARES. O MESTRE DE HONESTO DO COLÉGIO BALIOL. Página 237

 

 

 

 

ISIS UNVEILED IX - The harmony which GEOMETRY and mathematics—the only exact sciences —demonstrate to be the law of the universe, would be destroyed if evolution were perfectly exemplified in man alone and limited in the subordinate kingdoms.

CHAPTER IX. CYCLIC PHENOMENA. THE SILVERY SPARK IN THE BRAIN. Page 330

ISÍS SEM VÉU IX - A harmonia que a GEOMETRIA e a Matemática - as únicas ciências exactas - demostram ser a lei do universo, seria destruída se a lei da evolução só se exemplificasse perfeitamente no homem, e se detivesse nos reinos secundários.

CAPÍTULO IX. FENÓMENOS CÍCLICOS. A CENTELHA PRATEADA NO CÉREBRO. Página 330

 

 

 

 

ISIS UNVEILED X - This visible universe of spirit and matter, they say, is but the concrete image of the ideal abstraction; it was built on the model of the first divine idea. Thus our universe existed from eternity in a latent state. The soul animating this purely spiritual universe is the central sun, the highest deity itself. It was not himself who built the concrete form of his idea, but his first-begotten; and as it was constructed on the GEOMETRICAL figure of the dodecahedron,* the first-begotten "was pleased to employ twelve thousand years in its creation." *Plato: "Timaeus."

CHAPTER X. THE INNER AND OUTER MAN.  A FRAGMENT OF HERMIAS. Page 342

ISÍS SEM VÉU X - Este universo visível de espírito e de matéria, é apenas imagem concreta da abstracção ideal; foi construído com base no modelo da primeira ideia divina. Assim, o nosso universo existiu desde a eternidade em estado latente. A alma que anima esse universo puramente espiritual é o Sol Central, a mais elevada Divindade em si mesma. Não foi esta Divindade que construiu a forma concreta da ideia, mas o Seu primogénito; e, assim como ela foi construída com base na figura GEOMÉTRICA do dodecaedro, *o primogénito "agradou-se em empregar doze mil anos na sua criação".*Platão: "Timaeus."

CAPÍTULO X. O HOMEM INTERNO E EXTERNO. UM FRAGMENTO DE HERMIAS., Página 342

 

 

 

ISIS UNVEILED XI - "God GEOMETRIZES," said Plato.* "The laws of nature are the thoughts of God;" exclaimed Oërsted, 2,000 years later. "His thoughts are immutable, "repeated the solitary student of Hermetic lore, "therefore it is in the perfect harmony and equilibrium of all things that we must seek the truth." And thus, proceeding from the indivisible unity, he found emanating from it two contrary forces, each acting through the other and producing equilibrium, and the three were but one, the Pythagorean Eternal Monad. The primordial point is a circle; the circle squaring itself from the four cardinal points becomes a quaternary, the perfect square, having, at each of its four angles a letter of the mirific name, the sacred TETRAGRAM. It is the four Buddhas who came and have passed away; the Pythagorean tetractys—absorbed and resolved by the one eternal NO-BEING.

* See Plutarch: "Symposiacs," viii. 2. " Diogenianas began and said: 'Let us admit Plato to the conference and inquire upon what account he says—supposing it to be his sentence—that God always plays the GEOMETER.'' I said: 'This sentence was not plainly set down in any of his books; yet there are good arguments that it is his, and it is very much like his expression.' Tyndares presently subjoined: ' He praises GEOMETRY as a science that takes off men from sensible objects, and makes them apply themselves to the intelligible and Eternal Nature—the contemplation of which is the end of philosophy, as a view of the mysteries of initiation into holy rites.' "

CHAPTER XIII. REALITIES AND ILLUSION. THE SACRED TETRAGRAM. Page 506-507

ISÍS SEM VÉU XI - “Deus GEOMETRIZA”, disse Platão. “As leis da Natureza são os pensamentos de Deus”, exclama Oërsted, há 2.000 anos. “Seus pensamentos são imutáveis”, repetia o estudante solitário da tradição hermética, “é por isso que devemos procurar a Verdade na harmonia e no equilíbrio perfeito de todas as coisas.” E assim, procedendo da unidade indivisível, ele descobre duas forças contrárias, que emanam dela, cada uma agindo sobre a outra e produzindo o equilíbrio, e as três são apenas uma, a Mónada Eterna Pitagórica. O ponto primordial é um círculo; o círculo, quadrando-se a partir dos quatro pontos cardiais, torna-se quaternário, o quadrado perfeito, tendo em cada um de seus quatro ângulos uma letra do nome mirífico, o Tetragrama sagrado. São os quatro Buddhas que vieram e passaram; a Tetraktys pitagórica - absorvida e transformada pelo único NÃO-SER eterno.

* Veja Plutarco: "Symposiacs," viii. 2. "Diogenianas começou e disse:" Vamos admitir Platão para a conferência e saber sobre o que ele diz, supondo que seja a sua sentença, que Deus sempre toca o GEÓMETRO'' Eu disse: 'Esta frase não foi claramente estabeleci em qualquer um de seus livros, ainda que há bons argumentos de que é sua, e é muito parecida com a sua expressão ". Tyndares actualmente subjugado: 'Ele elogia a GEOMETRIA como uma ciência que tira os homens de objetos sensíveis, fá-los aplicar-se à Eterna e inteligível Natureza – a contemplação que é o fim da filosofia, como uma visão dos mistérios da iniciação nos santos rituais."

CAPÍTULO XIII. REALIDADES E ILUSÃO. O TETRAGRAMA SAGRADO., Página 506-507

 

 

 

 

ISIS UNVEILED XII - Can it tell us as well the cause of this "endless variety of the most exquisite forms," (1) each of which is a most perfect GEOMETRICAL figure in itself? These frozen, starlike and flower-like blossoms, maybe, for all materialistic science knows, a shower of messages snowed by spiritual hands from the worlds above for spiritual eyes below to read. The philosophical cross, the two lines running in opposite directions, the horizontal and the perpendicular, the height and breadth, which the GEOMETRIZING Deity divides at the intersecting point, and which forms the magical as well as the scientific quaternary, when it is inscribed within the perfect square, is the basis of the occultist. Within its mystical precinct lies the master-key which opens the door of every science, physical as well as spiritual. It symbolizes our human existence, for the circle of life circumscribes the four points of the cross, which represent in succession birth, life, death, and immortality. Everything in this world is a trinity completed by the quaternary, (2) and every element is divisible on this same principle. Physiology can divide man ad infinitum, as physical science has divided the four primal and principal elements in several dozens of others; she will not succeed in changing either. Birth, life, and death will ever be a trinity completed only at the cyclic end. Even were science to change the longed-for immortality into annihilation, it still will ever be a quaternary; for God "GEOMETRIZES!”.

(1) Prof. Ed. L. Youmans; "Descriptive Chemistry"

(2) In ancient nations the Deity was a trine supplemented by a goddess—the arba-Ih, or fourfold God.

CHAPTER XIII. REALITIES AND ILLUSION. THE SACRED TETRAGRAM. Page 508

ISÍS SEM VÉU XII - Pode ela dizer-nos a causa dessa “infinita variedade de formas estranhas”, cada uma das quais é um si uma figura GEOMÉTRICA perfeita? Essas corolas congeladas, semelhantes a estrelas e flores, podem ser, ao que supõe a ciência materialista, uma chuva de mensagens derramadas por mãos espirituais dos mundos superiores para os olhos espirituais inferiores lerem. A cruz filosófica, as duas linhas que correm em direcção opostas, a horizontal e a perpendicular, a altura e a largura, que a Divindade GEOMETRIZANTE divide um ponto de intersecção, e que forma tanto o quaternário mágico quanto o científico, quando é inscrito no quadrado perfeito, é a base do ocultista. Em seu recinto místico repousa a chave mestra que abra a porta de toda ciência, tanto física como espiritual. Ela simboliza nossa existência humana, pois o círculo da vida circunscreve os quatro pontos da cruz, que representa sucessivamente o nascimento, a vida, a morte e a IMORTALIDADE. Tudo neste mundo é uma trindade completada pelo quaternário, e todo elemento é divisível segundo este mesmo princípio. A Filosofia pode dividir o homem ad infinitum, assim como a ciência física dividiu os quatro elementos primeiros e principais em várias dezenas de outros; ela não conseguirá modificar nenhum. Nascimento, vida e morte serão uma trindade completa apenas ao fim do ciclo. Mesmo que a ciência consiga modificar a imortalidade desejada em aniquilação, ela sempre será uma quaternária, pois Deus “GEOMETRIZA”!

(1) Prof. Ed. L. Youmans; "Química Descritiva"

(2) Nas antigas nações a Deidade era trina complementada por uma Deusa —a arba-Ih, ou quadruplo Deus.

CAPÍTULO XIII. REALIDADES E ILUSÃO. O TETRAGRAMA SAGRADO., Página 508

 

 

 

ISIS UNVEILED XIII - The date of the hundreds of pyramids in the Valley of the Nile is impossible to fix by any of the rules of modern science; but Herodotus informs us that each successive king erected one to commemorate his reign, and serve as his sepulchre. But, Herodotus did not tell all, although he knew that the real purpose of the pyramid was very different from that which he assigns to it. Were it not for his religious scruples, he might have added that, externally, it symbolized the creative principle of nature, and illustrated also the principles of GEOMETRY, mathematics, astrology, and astronomy. Internally, it was a majestic fane, in whose sombre recesses were performed the Mysteries, and whose walls had often witnessed the initiation-scenes of members of the royal family. The porphyry sarcophagus, which Professor Piazzi Smyth, Astronomer Royal of Scotland, degrades into a corn-bin, was the baptismal font, upon emerging from which, the neophyte was "born again," and became an adept.

CHAPTER XIV. EGYPTIAN WISDOM. TRANSPORTATION OF MONOLITHS. Page 518-519

ISÍS SEM VÉU XIII - A data das centenas de pirâmides do vale do Nilo é impossível de ser fixada por qualquer uma das regras da ciência moderna; mas Heródoto informa-nos que cada rei erigiu uma delas para comemorar o seu reino e servir como seu sepulcro. Mas Heródoto não disse tudo, embora ele soubesse que o objectivo real da pirâmide era muito diferente daquele que ele atribui. Não fossem os seus escrúpulos religiosos, ele teria podido acrescentar que, externamente, ela simbolizava o princípio criativo da Natureza e também ilustrava os princípios de GEOMETRIA, Matemática, Astrologia e Astronomia. Internamente, era um templo majestoso, em cujos recessos sombrios eram realizados os mistérios e cujas paredes frequentemente testemunhavam as cenas de iniciação dos membros da família real. O sarcófago pórfiro, que o Prof. Piazzi Smyth, o Astrónomo Real da Escócia, reduz à condição de um grande caixote para armazenar cereais, era a pia baptismal da qual emergia o neófito, que então “nascia de novo” e se tornava um adepto.

CAPÍTULO XIV. A SABEDORIA EGÍPCIA. TRANSPORTE DE MONOLITOS. Página 518-519

 

 

 

ISIS UNVEILED XIV - The proof that they were proficient in mathematical sciences, lies in the fact that those ancient mathematicians whom we honor as the fathers of GEOMETRY went to Egypt to be instructed. Says Professor Smyth, as quoted by Mr. Peebles, "the geometrical knowledge of the pyramid builders began where Euclid's ended." Before Greece came into existence, the arts, with the Egyptians, were ripe and old. Land-measuring, an art resting on GEOMETRY, the Egyptians certainly knew well, as, according to the Bible, Joshua, after conquering the Holy Land, had skill enough to divide it. And how could a people so skilled in natural philosophy as the Egyptians were, not be proportionately skilled in psychology and spiritual philosophy? The temple was the nursery of the highest civilization, and it alone possessed that higher knowledge of magic which was in itself the quintessence of natural philosophy. The occult powers of nature were taught in the greatest secresy and the most wonderful cures were performed during the performing of the Mysteries.

CHAPTER XIV. EGYPTIAN WISDOM. EGYPTIAN ARTS OF WAR AND PEACE. Page 531

ISÍS SEM VÉU XIV - A prova de que eles eram proficientes em ciências matemáticas, reside no fato de que os matemáticos antigos que honramos como os pais da GEOMETRIA foi para o Egipto para ser instruído. Diz o professor Smyth, como citado pelo Sr. Peebles, "o conhecimento geométrico dos construtores das pirâmides, começou onde Euclides terminou." Antes da Grécia existir, as artes, com os egípcios, estavam maduras e velhas. A medição das terras, uma arte baseada em GEOMETRIA, era certamente bem conhecida dos egípcios, pois, de acordo com a Bíblia, Joshua, depois de conquistar a Terra Santa, teve habilidade suficiente para dividi-la. E como poderia um povo tão qualificado na filosofia natural, como os egípcios, não ser proporcionalmente qualificado em psicologia e filosofia espiritual? O templo era o berçário da mais alta civilização, e apenas ele possuía esse conhecimento superior de magia que era em si a quinta-essência da filosofia natural. Os poderes ocultos da natureza foram ensinados no maior sigilo e as curas mais maravilhosas foram realizadas durante o desempenho dos Mistérios.

CAPÍTULO XIV. A SABEDORIA EGÍPCIA. AS ARTES EGÍPCIAS DE GUERRA E PAZ. Página 531

 

 

 

ISIS UNVEILED XV - Speaking of harps, in a tomb at Thebes, Bruce remarks that, "they overturn all the accounts hitherto given of the earliest state of music and musical instruments in the East, and are altogether, in their form, ornaments and compass, an incontestable proof, stronger than a thousand Greek quotations, that GEOMETRY, drawing, mechanics, and music were at the greatest perfection when these instruments were made ; and that the period from which we date the invention of these arts was only the beginning of the era of their restoration!'

CHAPTER XIV. EGYPTIAN WISDOM. AUTOMATA, GLASS-MAKING, ARTIFICIAL GEMS. Page 544

ISÍS SEM VÉU XV - Falando de harpas, em uma tumba em Tebas, observa Bruce que "eles derrubam todas as contas até então dadas dos primeiros estado de música e instrumentos musicais no Oriente, e são completamente, em sua forma, ornamentos e bússola, uma prova incontestável, mais forte do que mil citações gregas, que a GEOMETRIA, desenho, mecânica e música estavam na maior perfeição quando estes instrumentos foram feitos e que o período de que data a invenção dessas artes foi apenas o começo da época de sua restauração!”

CAPÍTULO XIV. SABEDORIA EGÍPCIA. AUTÔMATOS, O FABRICO DO VIDRO, PEDRAS ARTIFICIAIS. Página 544

 

 

 

VOL. II. — THEOLOGY l TEOLOGIA

 

 

 

ISIS UNVEILED XVI - We should not wonder at all at learning that the sacred device in the tombs in the Catacombs, at Rome, the "Vesica piscis," was derived from the said Buddhist zodiacal sign. How general must have been that GEOMETRICAL figure in the world-symbols, may be inferred from the fact that there is a Masonic tradition that Solomon's temple was built on three foundations, forming the "triple Tau," or three crosses. In its mystical sense, the Egyptian cross owes its origin, as an emblem, to the realization by the earliest philosophy of an androgynous dualism of every manifestation in nature, which proceeds from the abstract ideal of a likewise androgynous deity, while the Christian emblem is simply due to chance. Had the Mosaic Law prevailed, Jesus should have been lapidated. (1) The crucifix was an instrument of torture, and utterly common among Romans as it was unknown among Semitic nations. It was called the "Tree of Infamy." It is but later that it was adopted as a Christian symbol; but, during the first two decades, the apostles looked upon it with horror.(2) It is certainly not the Christian Cross that John had in mind when speaking of the " signet of the living God," but the mystic Tau—the Tetragrammaton, or mighty name, which, on the most ancient kabalistic talismans, was represented by the four Hebrew letters composing the Holy Word.

(1) The Talmudistic records claim that, after having been hung, he was lapidated and buried under the water at the junction of two streams. "Mishna Sanhedrin," vol vi., p. 4; " Talmud," of Babylon, same article, 43 a, 67 a.

(2) "Coptic Legends of the Crucifixion," MSS. xi.

CHAPTER VI. ESOTERIC DOCTRINES OF BUDDHISM PARODIED IN CHRISTIANITY. LADY ELLENBOROUGH'S TALISMAN. Page 255

ISÍS SEM VÉU XVI - Não nos espantaríamos em saber que o emblema sagrado dos túmulos das catacumbas, em Roma, a vesica piscis, deriva desse mesmo signo zodiacal budista. É fácil formar uma ideia do quanto essa figura GEOMÉTRICA se difundiu nos símbolos mundiais pelo fato de que há uma tradição maçónica segundo a qual o templo de Salomão foi construído sobre três fundações que formavam o "Tao triplo", o três cruzes. No seu sentido místico, a cruz egípcia deve a sua origem, como emblema, à compreensão, pela filosofia primitiva, de um dualismo andrógino de toda manifestação da natureza, que procede do ideal abstracto de uma divindade igualmente andrógina, ao passo que o emblema cristão é um simples efeito do acaso. Se a lei mosaica tivesse prevalecido, Jesus teria sido apedrejado. (1) O crucifixo era um instrumento de tortura e tão comum entre os romanos, quanto desconhecido das nações semíticas. Era chamado "Árvore da Infâmia". Só mais tarde é que ele foi adoptado como símbolo cristão; mas, durante as duas primeiras décadas, os apóstolos olhavam para ele com horror. (2) Não é certo que João tivesse em mente a cruz cristã quando falava do "sinal do Deus vivo", mas o Tao místico - o Tetragrammaton, ou nome poderoso, que, nos talismãs cabalísticos mais antigos, era representado pelas quatro letras hebraicas que compõem a Palavra Sagrada.

(1) Os registros talmúdicos afirmam que, após ter sido enforcado, ele foi apedrejado e sepultado sob a água, na junção de dois rios. Mishnah Sanhedrin, VI, 4; Talmude da Babilónia, mesma cláusula, 48a, 67a

(2) "Coptic Legends of the Crucifixion," MSS. xi.

CAPÍTULO VI. AS DOUTRINAS ESOTÉRICAS DO BUDISMO PARODIADAS NO CRISTIANISMO. O TALISMÃ DE LADY ELLENBOROUG. Página 255

 

 

 

ISIS UNVEILED XVII - In the great GEOMETRICAL figure which has the double triangle in it, the central circle represents the world within the universe. The double triangle belongs to one of the most important, if it is not in itself the most important, of the mystic figures in India. It is the emblem of the Trimurti three in one. The triangle with its apex upward indicates the male principle, downward the female; the two typifying, at the same time, spirit and matter. This world within the infinite universe is the microcosm within the macrocosm, as in the Jewish Kabala. It is the symbol of the womb of the universe, the terrestrial egg whose archetype is the golden mundane egg. It is from within this spiritual bosom of mother nature that proceed all the great saviours of the universe— the avatars of the invisible Deity.

CHAPTER VI. ESOTERIC DOCTRINES OF BUDDHISM PARODIED IN CHRISTIANITY. DIAGRAMS OF HINDU AND CHALDEO-JEWISH SYSTEMS. Page 270

ISÍS SEM VÉU XVII - Na grande figura GEOMÉTRICA que tem um triângulo duplo, o círculo central representa o mundo no universo. O triângulo duplo pertence a uma das mais importantes, senão a mais importante delas, figura mística da Índia. É o emblema da Trimurti, ou três em um. O triângulo que tem o ápice voltado para cima indica o princípio masculino; voltado para baixo, o feminino; os dois tipificam, ao mesmo tempo, o espírito e a matéria. Esse mundo no universo infinito é o microcosmo no macrocosmo, como na Cabala judaica. É o símbolo do útero do universo, o ovo terrestre, cujo arquitecto é o ovo mundano dourado. É desse seio espiritual da mãe Natureza que procedem todas os grandes salvadores do universo - os avatares da Divindade invisível.

CAPÍTULO VI. AS DOUTRINAS ESOTÉRICAS DO BUDISMO PARODIADAS NO CRISTIANISMO. DIAGRAMAS DOS SISTEMAS HINDU E CALDEIACO-JUDAICO. Página 270

 

 

 

ISIS UNVEILED XVIII - Having acquainted himself with its mysterious contents, which revealed to him the mysteries of creation, the initiated became a builder himself, for he was made acquainted with the dodecahedron, or the GEOMETRICAL figure on which the universe was built. To what he had learned in previous initiations of the use of the rule and of architectural principles, was added a cross, the perpendicular and horizontal lines of which were supposed to form the foundation of the spiritual temple, by placing them across the junction, or central primordial point, the element of all existences,* representing the first concrete idea of deity. Henceforth he could, as a Master builder (see i Corinthians, iii. 10), erect a temple of wisdom on that rock of Petra, for himself; and having laid a sure foundation, let "another build thereon." * Pythagoras.

CHAPTER VIII. JESUITRY AND MASONRY. SOLOMON'S TEMPLE ONLY AN ALLEGORY. Page 392

ISÍS SEM VÉU XVIII - Uma vez familiarizado com seu conteúdo misterioso, que lhe revelava os mistérios da criação, o iniciado tornava-se um construtor, pois se inteirava do dodecaedro, ou a figura geométrica com que o universo foi construído. Ao que apresenta em iniciações prévias a respeito do uso da regra e dos princípios arquitectónicos acrescentava-se uma cruz, cujas linhas perpendicular e horizontal se sobrepunham para formar a fundação do templo espiritual e cuja intercessão, ou ponto central primordial, representava o elemento de todas as existências, * a primeira ideia concreta da divindade. A partir desse momento ele podia, como Mestre-construtor (ver 1 Coríntios, III, 10), erigir um templo de sabedoria, naquela pedra de Petra, para si mesmo; e, tendo-o construído, permitir que "outros ali construíssem". * Pythagoras.

CAPÍTULO VIII. JESUITISMO E MAÇONARIA. O TEMPLO DE SALOMÃO APENAS UMA ALEGORIA. Página 392

 

 

 

ISIS UNVEILED XIX - The allegories of the "fall of man" and the "deluge," are the two most important features of the Pentateuch. They are, so to say, the Alpha and Omega, the highest and the lowest keys of the scale of harmony on which resounds the majestic hymns of the creation of mankind; for they discover to him who questions the Zura (figurative Gemantria), the process of man's evolution from the highest spiritual entity unto the lowest physical—the post-diluvian man, as in the Egyptian hieroglyphics, every sign of the picture writing which cannot be made to fit within a certain circumscribed GEOMETRICAL figure may be rejected as only intended by the sacred hierogrammatist for a premeditated blind—so many of the details in the Bible must be treated on the same principle, that portion only being accepted which answers to the numerical methods taught in the Kabala.

CHAPTER IX. THE VEDAS AND THE BIBLE. CURIOUS INTERPRETATION OF NOAH. Page 424

ISÍS SEM VÉU XIX - As alegorias da "queda do homem" e do "dilúvio" são as características mais importantes do Pentateuco. Elas são, por assim dizer, o Alfa e o Ómega, as chaves superiores e inferiores da escala de harmonia na qual ressoa o majestoso hino da criação da Humanidade, pois revelam àquele que interroga a Zura (figurado, Gemantria), o processo da evolução humana desde a entidade espiritual mais elevada até o homem pós-diluviano mais inferior; como nos hieróglifos egípcios, em que cada signo da escrita pictográfica que não pode ser relacionado a uma determinada figura GEOMÉTRICA circunscrita deve ser rejeitado, por se tratar de um véu erguido deliberadamente sagrado, muitos dos detalhes da Bíblia podem ser tratados com base no mesmo princípio, aceitando-se uma parte apenas quando responde aos métodos numéricos ensinados na Cabala.

CAPÍTULO IX. OS VEDAS E A BÍBLIA. A CURIOSA INTERPRETAÇÃO DE NOÉ. Página 424

 

 

 

ISIS UNVEILED XX - Death is but a new birth, and spirit is immortal; thus humanity can never die, for the Destroyer has become the Creator, Enoch is the type of the dual man, spiritual and terrestrial. Hence his place in the centre of the astronomical cross. But was this idea original with the Hebrews? We think not. Every nation which had an astronomical system, and especially India, held the cross in the highest reverence, for it was the GEOMETRICAL basis of the religious symbolism of their avatars ; the manifestation of the Deity, or of the Creator in his creature man ; of God in humanity and humanity in God, as spirits. The oldest monuments of Chaldea, Persia, and India disclose the double or eight-pointed cross. This symbol, which very naturally is found, like every other GEOMETRICAL figure in nature, in plants as well as in the snowflakes, has led Dr. Lundy, in his super-Christian mysticism, to name such cruciform flowers as form an eight-pointed star by the junction of the two crosses—" the Prophetic Star of the Incarnation, which joined heaven and earth, God and man together." *

* "Monumental Christianity," p. 3.

CHAPTER IX. THE VEDAS AND THE BIBLE. ENOCH THE TYPE OF DUAL MAN. Page 453

ISÍS SEM VÉU XX - Morte, mas apenas como um novo nascimento, pois o espírito é imortal; portanto, a Humanidade não pode morrer, já que o Destruidor se tornou o Criador, sendo Henoch o símbolo do homem dual, espiritual e terrestre. Daí seu lugar no centro da cruz astronómica. Mas foram os hebreus os criadores dessa ideia? Acreditamos que não. Toda nação que possuía um sistema astronómico, e especialmente a Índia, tinha pela cruz a mais alta reverência, pois ela era a base GEOMÉTRICA do simbolismo religioso dos seus avataras; da manifestação da Divindade, ou do Criador, em sua criatura, o HOMEM; de Deus na Humanidade e da Humanidade em Deus, como espíritos. Os monumentos mais antigos da Caldeia, da Pérsia e da Índia exibem a cruz dupla ou de oito pontos. Esse símbolo, que se encontra com facilidade, como todas as outras figuras GEOMÉTRICAS da natureza, tanto nas plantas quanto nos flocos de neve, levou o Dr. Lundy, em seu misticismo supercristão, a chamar essas flores cruciformes que formam uma estrela de oito pontas pela junção das duas cruzes de - "Estrela Profética da Encarnação, que une céu e terra, Deus e homem". *

* "Monumental Christianity," p. 3.

CAPÍTULO IX. OS VEDAS E A BÍBLIA. ENOQUE O TIPO DE HOMEM DUAL. Página 453

 

 

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OBRAS ORIGINAIS: quadro original em cartolina preta, caneta dourada e cristais

ORIGINALS WORKS: original painting on black card, with gold ink pen and crystals

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OBRAS ILUMINADAS: Obra “iluminada” com efeitos de Luz em cumputador

ILLUMINATED WORKS: “Illuminated” Painting with Light computer effects

  
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